quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Babylon 5

1 Temporada



Era o amanhecer da terceira era da humanidade, dez anos depois da guerra Terra/Minbari.
O Projeto Babylon era um sonho que tomou forma.
Seu objetivo, evitar outra guerra criando um lugar onde os humanos e aliens pudessem acertar suas diferenças pacificamente.
É um porto de chamada - um lar longe do lar para diplomatas, andarilhos, empresários, e vagabundos.
Humanos e aliens envoltos em dois milhões, quinhentas mil toneladas de metal, sozinho na noite.
Pode ser um lugar perigoso, mas é nossa melhor esperança de paz.
Esta é a história da última das estações Babylon.
O ano é 2258.
O nome do lugar, BABYLON 5.
Comandante Sinclair


2 Temporada



O projeto Babylon era a nossa única chance de paz.
Um mundo em si ao longo de 8 Km localizado em espaço neutro para o comércio e diplomacia entre 250 mil humanos e aliens.
Um farol aceso no espaço, sozinho na noite.
Era o início da terceira era da humanidade quando a grande guerra sobreveio a todos nós.
Esta é a história da última das estações Babylon.
O ano 2259, o nome do lugar BABYLON 5.
Capitão Sheridan


3 Temporada



O projeto Babylon era nossa última esperança de paz.
Mas falhou...
No ano da guerra das trevas, tornou-se algo maior...
Nossa última esperança de vitória.
O ano é 2260.
O lugar, BABYLON 5.
Comandante Ivanova


4 Temporada



Era o ano do fogo... (Lennier)
O ano da destruição... (Zack)
O ano em que retomamos o que era nosso. (G'Kar)
Era o ano do renascimento... (Lyta)
O ano de grande pesar... (Vir)
O ano da dor... (Marcus)
E o ano da alegria. (Delenn)
Era uma nova era. (Londo)
Era o fim da história. (Franklin)
Era o ano em que tudo mudou. (Ivanova)
O ano é 2261. (Garibaldi)
O lugar, Babylon 5. (Sheridan)
5 Temporada


E assim têm início. (Kosh)
Há um buraco na sua mente.
O que você quer? (Sheridan)
Ninguém aqui é o que parece ser. (G'Kar)
Nada é mais o mesmo. (Sinclair)
O Com. Sinclair foi transferido.
Aproveite e elimine todo o mundo Narn. (Londo)
Uma enorme mão alcançando as estrelas.
Quem é você? (Kosh)
O Pres. Clark decretou lei marcial.
Isso nos forçou a declarar independência.(Sheridan)
Saia dessa armadura e faça alguma coisa! (Sheridan)
Você é aquele que era. (Zathras)
Se for a Z'ha'Dum morrerá. (Kosh)
Por que está aqui? Tem algo pelo qual valha a pena viver? (Lorien)
Minha linda cidade em chamas. (Delenn)
Gigantes no playground. (Sheridan)
E caiam fora da nossa galáxia. (Sheridan)
Viemos prender o Pres. Clark. (Sheridan)

domingo, 19 de setembro de 2010

O Super-Herói Americano



Acredite ou Não

Veja o que aconteceu comigo
Eu mesmo não consigo acreditar
De repente eu estou lá em cima, no topo do mundo
Deveria ter sido com outra pessoa

Acredite ou não
Estou andando no ar
Nunca pensei que eu pudesse ser tão livre
Voando pra longe do jeito que dá
Quem poderia ser?
Acredite ou não, sou apenas eu

É como uma luz em um novo dia
Vem como nada o azul
Me tirando do feitiço em que estava
Tornando meus desejos realidade

Acredite ou não
Estou andando no ar
Nunca pensei que eu pudesse ser tão livre
Voando pra longe do jeito que dá
Quem poderia ser?
Acredite ou não, sou apenas eu.



Ano de Produção: de 1981 a 1983 (45 episódios).
Cores.
Companhias Produtoras: Stephen J. Cannell Productions.

Emissora: ABC.

Emissora no Brasil: TVS (SBT).


A Série:

O Super-Herói Americano foi uma série de sucesso estrondoso nos Estados Unidos e em outros países.

O programa, criado pelo consagrado produtor Stephen J. Cannell, estreou através do episódio piloto, de mesmo nome, de duas partes, cada uma com duração de uma hora, que foi apresentado como um telefilme no dia 18 de março de 1981, pela rede ABC, nos Estados Unidos.

O Super-Herói Americano era boa sátira aos heróis em quadrinhos, em especial o Super-Homem, a série estreou com muito sucesso, com índices de audiência impressionantes já no episódio piloto, mas encontrou problemas com a editora DC Comics, que entrou com uma ação judicial na tentativa de impedir o piloto de ser levado ao ar, alegando que a série infringia os direitos autorais do Super-Homem. Um juiz foi favorável ao Super Herói Americano e o piloto foi veiculado. Mesmo durante a 2ª temporada da série, a DC ainda tentava encerrar o seriado.

A música tema “Believe It Or Not”, composta por Mike Post e Stephen Geyer na voz de Joey Scarbury, ficou em primeiro lugar nas paradas americanas.

O programa foi cancelado na metade de sua terceira temporada. O problema, em grande parte, estava relacionado com os roteiros cada vez mais infantis e também à mudança do dia de exibição: de quarta-feira para a concorrida noite de sexta. Após seu cancelamento, a série começou a ser reprisada em canais regionais dos Estados Unidos, conquistando uma boa audiência.

Seu inesperado sucesso nas reprises inspirou os produtores a criarem em 1986 um piloto para uma nova série, e como o ator William Katt se negou em voltar a interpretar Ralph, a série mostra Hinkley passando a roupa especial para uma mulher, Holey Hathaway (Mary Ellen Stuart). Assim nasceu “The Greates American Heroine”, um episódio piloto que não resultou numa nova série e que nunca chegou a ser transmitido pela rede NBC.

A História.

Na série, o professor Ralph Hinkley (William Katt), na companhia do policial Bill Maxwell (Robert Culp), são abordados no deserto por uma nave espacial. Um dos seres entrega ao professor uma roupa com super-poderes para combater o crime. A roupa vem acompanhada de um manual que ensina como utilizá-la, mas no caminho para casa, Ralph perde o manual e é obrigado a descobrir sozinho como tudo funciona.

Ao descobrir os poderes da roupa, Maxwell convence Ralph a utilizá-la em segredo, ajudando-o em suas investigações policiais. A única pessoa, além de Maxwell, que conhece o segredo de Ralph é sua noiva, a advogada Pamela Davidson (Connie Selleca) com quem Ralph se casa ao longo da série.

Durante o seriado, Ralph tenta equilibrar seus deveres como professor de um grupo de jovens delinqüentes, e o combate ao crime em uma parceria não-oficial com Maxwell, utilizando a roupa especial cujos poderes vai descobrindo em cada aventura.

Um dos pontos altos da série era exatamente a discussão das aplicações morais dos super-poderes. Ralf era a pessoa mais correta do mundo e queria mesmo ajudar e não se aproveitar de suas habilidades para fins mesquinhos. Já seu parceiro, Bill, fazia questão de envolvê-lo em todos os casos do FBI possíveis, uma vez que nunca conseguiu convencer o professor a utilizar de maneira mais “lucrativa” seus dons. Tanto que o agente Maxwell, um poço de incompetência por natureza, se tornou um dos maiores agentes dos EUA, para o espanto de seus superiores. Isso porque sobrava para Ralf o trabalho sujo. Mas de qualquer forma, ambos se tornaram grandes amigos no decorrer dos episódios. Mas até mesmo o professor boa praça, caiu nas garras da tentação e, com uma ajudinha de seu uniforme, realizou seu grande sonho de infância: se tornar astro do beisebol. Claro que usando a roupinha vermelha por baixo do uniforme pra “dar sorte”.

Os vilões da série variavam desde punguistas a assaltantes de banco, terroristas e espiões. Nada de Supervilões, como era de se esperar de uma série do gênero. E quer saber de uma coisa? Eles não faziam a menor falta! A graça da série era uma pessoa normal, num mundo real, tentando conviver com poderes absurdos. Vivendo situações comuns, às vezes muito mais complicadas do que os “perigos” que os heróis das HQs costumam enfrentar. Não que os roteiros fossem geniais. Pelo contrário. Eram até bem simples. Muito parecidos até com os das séries de ação da época. Mas com o diferencial que, aqui se assumia o papelão que é usar uma fantasia para combater o crime.

Toda vez em que nosso atrapalhado protagonista tinha que trocar de roupa, passava por todo tipo de martírio!, sempre prendia a calça nas botas, enroscava a capa no cinto e levava um tempão para se “transformar”! Sem falar que penava para não perder suas roupas normais. Isso quando não era pego em flagrante (no banheiro, beco ou mesmo atrás de uma moita) e tinha que dar uma de doente mental ou até artista de circo para se safar do vexame!

Um dos poderes esdrúxulos da roupa alienígena era o de “sentir” as pessoas à distância. Para tanto, era necessário que o Professor tocasse em algum objeto pessoal desse alguém. Aí ele teria uma “visão” dela. De seu passado recente ou mesmo de onde estaria naquele instante. Outro poder interessante era o de pirocinese. O único problema é que ele só conseguia atear fogo em coisas que estivessem atrás(!) dele. Uma precisão para lá de discutível. Mas ainda assim, útil às vezes. O pacote ainda incluía uma deficitária visão de raio x e até invisibilidade. No mais ele era munido pelo sempre necessário “kit-do-super-herói-feliz”, que inclui superforça, invulnerabilidade e, claro, a habilidade de voar.

Em alguns episódios, o sobrenome do professor é alterado de Hinkley para Hanley porque na vida real, um homem de nome Hinkley tentou assassinar o Presidente Ronald Reagan.



Fonte: InfanTv

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Ark II




Abertura dublada

Ano de Produção: de 1976 a 1979 (15 episódios).Cores.

Emissora: CBS.

Emissora no Brasil: TVS (SBT).

A Série:

Criada por Martin Roth, a série de ficção-científica para crianças, Ark II estreou no dia 11 de setembro de 1976. A Filmations Productions realizou somente 15 episódios de 30 minutos cada, apresentados pela rede CBS que reprisou a série por vários anos.

Além dos 15 episódios existia mais um chamado The Secret Sea, que não chegou a ser produzido.

O seriado teve a participação de muitos nomes conhecidos do grande público. entre eles: Jonathan Harris, Malachi Throne e Robby the Robot. Além disso, uma jovem Helen Hunt aparece no episódio "Omega".

Ark II fez pouco sucesso nos Estados Unidos, a exemplo do Brasil onde sua repercussão também foi apenas razoável. No fim de cada episódio, uma mensagem era deixada como "lição de moral".





Abertura Original


Por milhões de anos a Terra foi fértil e rica,

aí a poluição e os detritos começaram a cobrar seu preço.

A civilização caiu em ruínas.

Este é o mundo do século XXV.

Sobrou apenas um punhado de cientistas,

homens que têm lutado para reconstruir o que foi destruído.

Esta é a conquista deles: a Ark II. um depósito móvel de conhecimento científicos,

manobrado por um tripulação de jovens altamente treinados.

Sua missão: trazer a esperança de um novo futuro à humanidade.

(Jonah - Nilton Valério):

Diário da Ark II. Anotação número 1. Eu Jonah, Ruth, Samuel e Adam,

temos pleno conhecimentos dos perigos quando nos aventuramos em áreas desconhecidas,

mas estamos determinados a trazer a promessa de uma nova civilização ao nosso planeta.

A História.

Ark II mostrava um grupo de cientistas tentando sobreviver no século XXV, em um futuro pós-apocalíptico, onde poucos humanos restaram, depois que a terrível Terceira Guerra Mundial disseminou destruição por todo o planeta. O cenário era um deserto devastado e povoado por culturas primitivas, terras selvagens, vilarejos arcaicos e rudimentares onde não mais existia a energia elétrica. A missão do grupo era promover a paz e levar ajuda e abrigo às pessoas em perigo e dificuldade, já que eles representavam o último pólo de cultura, ciência e conhecimento que restou.

O grupo era liderado por Jonah, que tinha a companhia de Ruth, Samuel, e o chimpanzé Adam, usavam para esta missão, um veículo terrestre que também funcionava como um laboratório científico avançado cheio de recursos e equipamentos, chamado Ark II. Além do próprio veículo Ark II, existiam mais dois transportes dentro do veículo. Um deles era como um jipe lunar, e o outro, de mais destaque, era um aparelho que foi desenvolvido pela NASA, um mini foguete usado nas costas como uma mochila que permitia com que os cientistas voassem.

Os Veículos.

O mais interessante é que os veículos da série não eram peça de ficção, truque de filmagem, ou miniaturas, eles existiam de verdade. Claro que na vida real não disparavam os lasers ou possuíam os campos de força vistos na série, mas os veículos eram reais e funcionais. A Ark II parecia um RV e embora tenha esse visual foi construída com fibra de vidro a partir de um chassi de caminhão de lixo. Devido à posição das janelas, que dificultava um pouco a visão do motorista, não era muito seguro dirigi-lo à noite ou em meio a locais densamente provados.

Havia também, o Roamer, que era um pequeno carro que saía de dentro do Ark II, algo como uma nave ou veículo auxiliar. Ele foi construído para a série modificando um Brubaker Box, um kit-carro produzido a partir de 1972 e feito a partir do chassis de um fusca. Tinha conceitos originais, como porta deslizante e foi o precursor da mini-van.

Mas o veículo mais impressionante era o Jet Jumper, a mochila voadora. Na época parecia coisa de ficção, ou um truque, mas não era.

No Brasil.

No Brasil a série ARK II foi apresentada pelo SBT em meados da década de 1980, aos domingos, dentro do programa Silvio Santos. Depois a série passou para o meio da semana para a faixa de horário reservada aos enlatados mostrados pela emissora.


quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Capitão América - The Marvel Super Heroes




Ano de Produção: 1966 (13 episódios).Cores.

Emissora: Syndicated.

Emissora: Tv Tupi e Rede Globo.
Companhias Produtoras: Grantray-Lawrence Animation.



Tema em Português (Versão 1)

O Capitão América lança seu escudo
Contra os que servem o mal acima de tudo
Avante, gigante, galante, vibrante
Que a brasa queima
E o mal não teima quando
O Capitão América lança seu escudo



Tema em Português (Versão 2, Redublagem - 1982)

O Capitão América é um grande lutador
E contra o inimigo é sempre vencedor
É um homem forte
Enfrenta a morte
Com coragem e amor para onde for
O Capitão América é um grande vencedor!

Tema Original

When Captain America throws his mighty shield,
All those who chose oppose his shield must yield.
If he's lead to a fight and a duel is due,
Then the red and white and the blue'll come through.
When Captain America throws his mighty shield.



The Marvel Super Heroes é uma série de desenhos animados produzida pelo estúdio Grantray-Lawrence Animation do Canadá, baseada em Quadrinhos e personagens da Marvel Comics de 1966, apelidada no Brasil de Desenhos Desanimados da Marvel pelo fato dos desenhos serem paradões (imagens de quadrinhos animadas no processo de xerografia).[1][2] Contudo, foi uma oportunidade para muitos fãs conhecerem as histórias de Stan Lee e principalmente os desenhos clássicos de Jack Kirby, Steve Ditko e Don Heck, dentre outros, artistas de destaque da chamada Era de Prata dos Quadrinhos.

Em suas aventuras, Capitão América combatia soldados nazistas, lutava contra o comunismo russo e defendia a bandeira e o povo americano contra qualquer ameaça à sua nação. O principal vilão das aventuras era o temível Crânio Vermelho (nos quadrinhos conhecido como Caveira Vermelha).

A História.

Steve Rogers nasceu durante a grande depressão, cresceu franzino, numa família pobre. Em 1940, vendo nos cinemas os horrores nazistas, decidiu se alistar no exército para combater na guerra, porém era muito magro e doente, não preenchendo os requisitos para se tornar um soldado.

Mesmo recusado pelo exército, Steve se inscreveu em um programa de pesquisas militares. Por seu caráter perseverante foi escolhido entre muitos para ser cobaia do “Soro do Super-soldado” desenvolvido pelo Dr. Reinstein no experimento especial, "Operação: Renascer". Logo após a aplicação do soro, o corpo de Steve se desenvolveu de maneira assustadora, criando músculos e resistência sobre-humana. Por obra do destino, Reinstein foi assassinado por um espião logo após o sucesso do teste de Steve, e a fórmula morreu com ele. Assim Steve foi o único super-soldado criado no projeto.

O Governo lhe deu um uniforme, um escudo e o nome de Capitão América. Bucky Rogers, um pré-adolescente, tornou-se seu parceiro e juntos lutaram na Europa durante a guerra.

Na Alemanha encontrou o Caveira Vermelha, braço direito de Hitler, que se tornou seu pior inimigo. O fim da Guerra foi também o fim do sonho. Bucky morreu, e o Capitão, ao cair de um avião nas águas geladas do Canal da Mancha, foi dado como morto e ficou congelado por décadas no Ártico.


No Brasil.

O desenho estreou no Brasil em 1967 juntamente com as revistas em quadrinhos da Editora EBAL, como estratégia de uma grande campanha publicitária da companhia Shell, que distribuía exemplares das revistas gratuitamente nos postos de gasolina.

A abertura do desenho do Capitão América no Brasil, era exclusiva. Os desenhos, por aqui tiveram 3 dublagens, sendo a primeira a mais cultuada, pois tinha as músicas de abertura dubladas pelo grupo MPB4.

Quando os Heróis Marvel retornaram à TV, em 1975 (Tupi), a abertura brasileira não entrava mais no ar, pois havia se perdido nos arquivos. Assim, o Capitão América passou a ir ao ar com a abertura original em inglês. Em compensação, em 1982, na redublagem, outra letra para a abertura do "Capitão" foi composta.

Mesmo com essa quase-animação os desenhos fizeram bastante sucesso no Brasil, com os episódios exibidos também em dois programas muito conhecidos no passado, o programa do Clube do Capitão Aza e o Pullman Júnior.


Fonte: Wikipédia e InfanTv

terça-feira, 31 de agosto de 2010

A Justiceira



Ano de Produção: 1997 (12 episódios)Cores.
Companhias Produtoras: Rede Globo.
Emissora: Tv Globo.


A série semanal A Justiceira estreou no dia 2 de abril de 1997, trazendo uma inovação a linguagem brasileira de seriados e uma tecnologia surpreendente usada na produção. A série que chegou a ser classificada pela imprensa brasileira como "muito violenta", foi inspirada nos filmes norte-americanos de ação, com muitas cenas de tiros, explosões, perseguições e lutas. Mesmo assim, pelo teor de aventura do programa, as crianças acabaram também assistindo a série.

A protagonista é Diana Maciek (Malu Mader), uma policial que abandonou a carreira após matar por acidente seu parceiro, cinco anos antes. Quando o filho é seqüestrado por uma gangue de traficantes aos quais o ex-marido (Ângelo Antônio) deve dinheiro, ela aceita integrar a organização, em troca de ajuda para localizar o menino. O grupo cujo quartel-general fica secretamente localizado nos fundos de uma livraria, é coordenado pelo juiz Salomão (Daniel Filho) e formado por Augusta (Nívea Maria), Beto (Leornado Brício), Paco (Anselmo Vasconcelos), Diego (Lui Mendes) e Marlene (Danielle Winits).

Com sua grande experiência como policial, Diana foi designada para as missões que ofereciam um risco maior. Como mestre em disfarces, às vezes Diana aparecia com uma peruca loira ou ruiva, apertada em microssaias e provocantes tops de crochê. Em outros momentos, incorporava uma garota de programa para em seguida se transformar numa eficiente policial.

A série foi concebida inicialmente em 32 episódios. Porém a atriz Malu Mader engravidou durante o programa, e a produção foi reduzida a 12 episódios com duração de 40 minutos cada. Nos últimos meses, Malu Mader utilizou uma cinta para disfarçar o volume da barriga. Em alguns episódios ela quase não aparecia, dando lugar a aventuras com os demais integrantes do grupo.

No último programa apresentado no dia 2 de julho de 1997, “Viver por Viver”, Diana descobre o paradeiro do seu filho e, junto com os companheiros de organização, tenta resgatá-lo das mãos de Pablo, um traficante de armamentos, interpretado pelo chileno Felipe Armas. Para que o telespectador se relembre-se do seqüestro do menino, a Rede Globo reapresentou na semana anterior, o primeiro episódio. Rodado no Rio de Janeiro, o episódio trazia, além das cenas de ação, seqüências com explosões de carros e perseguições de helicóptero.

Os diálogos eram curtos e as longas cenas de ação ditavam o ritmo frenético, semelhante ao dos seriados policiais como A Dama de Ouro. A narrativa usava os clichês mais comuns do gênero. Neste seriado, o policial, é transposto para as telas da maior rede de televisão aberta brasileira. A incorporação deste gênero evidencia a maneira como nos reportamos a uma estética e estereótipos importados, adaptando modelos externos. Este seriado é prova de que um gênero estrangeiro pode ser reformulado e mesclado com a realidade nacional, mesmo que o estereótipo central esteja mantido. Em qualquer situação, a influência externa está presente através do gênero, ainda que não determine as formas de recepção.

A Justiceira que foi gravada em película de 35mm, tinha os efeitos produzidos pelo gerente de projetos de efeitos especiais da Tv Globo, James Rothman, junto com o coordenador Frederico Farfan e o técnico Paulo César Batista. Utilizavam-se vários dublês que integravam a equipe do mexicano Javier Lambert – que prestava serviços a Hollywood – e armas com diversos tipos de munição – reproduzindo efeitos como faíscas ou sangue – importadas da Califórnia.

O cuidado com a pós-produção também foi uma marca de A Justiceira. Todos os episódios foram finalizados em Nova York, para se obter um som de alto nível. Recriaram-se artificialmente ruídos como socos e conversas de bar, usando um efeito chamado foley e uma técnica chamada ADR (Audio Design Register), para mixagem e sampleamento.




Fonte - Dicionário da Tv Globo e site www.seriesbrasileiras.hpg.com.br

Os Smurfs

Para o meu amor...Lala

A abertura com a dublagem clássica...



As Originais...


1 Temporada




Há muitos e muitos anos.
no coração da floresta,
havia uma vila escondida
onde moravam minúsculas criaturas.
Chamavam-se a si mesmos de Smurfs.
Eram muito bons!

Mas existia também o Gargamel,
um feiticeiro perverso. Ele era muito mal.


Oh! Eu Odeio os Smurfs!
Odeio vocês, eu vou pegar todos vocês,
nem que seja a última coisa

que eu farei...ha ha ha ha!
Eu pego vocês, algum dia eu

encontro a vila de vocês e

vocês vão se arrepender!

A floresta ainda existe e se prestarem atenção
vocês ouvirão os gritos do Gargamel.

Eu pego vocês!

Se vocês forem bonzinhos
conseguirão dar uma olhadinha
nos Smurfs!

2 Temporada



3 Temporada



4 Temporada



5 Temporada



6 Temporada



7 Temporada



8 Temporada



9 Temporada




Ano de Produção: de 1981 a 1989 (421 episódios).Cores.
Companhias Produtoras: Hanna-Barbera.
Emissora: NBC.
Emissora no Brasil: Rede Globo.

O Desenho.
Quem assistiu alguma vez Os Smurfs e conseguiu esquecer facilmente deste grupo de seres azuis que reinaram absolutos entre as crianças na década de 1980?
Essa pequenas criaturas foram criadas pelo desenhista belga Pierre Culliford, mais conhecido como Peyo, e apareceram pela primeira vez nos quadrinhos, como coadjuvantes em uma das histórias de "Johan's and Peewit's Adventures" em outubro de 1958. Logo ganharam seu próprio espaço, com o episódio "Os Smurfs e a Flauta Mágica", alcançando um sucesso tão grande que em 1981, foram trazidos para tevê por Fred Silverman, diretor da NBC Network, nos EUA. Depois os estúdios da Hanna-Barbera acabaram fechando contrato para produzirem uma série de desenhos animados dos personagens.

A História.
Os Smurfs eram um grupo de duendes azuis, bem pequenos, tendo a altura equivalente a apenas três maçãs. Há muitos e muitos anos eles viviam no coração da floresta, na encantada Vila Escondida onde só entra quem for convidado, morando em casinhas de cogumelo. Essas pequenas criaturas tinham aproximadamente 100 anos, sendo Papai Smurf o mais velho, com algo em torno de 550 anos.
Os Smurfs passavam seu tempo vivendo em seu cotidiano pacato até que fossem perseguidos pelo maligno feiticeiro Gargamel. O maior desejo de Gargamel era capturar alguns Smurfs para devorar, mas suas tentativas eram quase sempre em vão e quando ele finalmente conseguia essas pequenas criaturas sempre arranjavam uma forma de escapar. Como se não bastasse a maldade do vilão, os pequeninos ainda tinham que fugir do ajudante de Gargamel, o Espeto, e das garras do animal de estimação do feiticeiro, o gato Cruel, que mostrava bem o comportamento dos vilões do desenho só no seu famoso rosnado: “crueeeeeelll”.

Papai Smurf era o mais velho do grupo, por isso mesmo era muito sábio e estava à frente dos Smurfs, não só como um excelente líder mas também como um ótimo alquimista; Smurfete era a única mulher da Vila na maioria dos episódios, e foi criada por Gargamel para atrair os outros smurfs, mas a mágica de Papai Smurf a transformou numa charmosa aliada; Gênio era o único smurf que levava tudo a sério, além de ser o mais inteligente e de sempre bolar os planos para fugir das emboscadas do Gargamel, mas por ser muito chato vivia sendo arremessado pelos companheiros; Joca era o mais brincalhão dos smurfs e às vezes deixava todos irritados com suas brincadeiras de mau gosto, como os seus presentes explosivos; Ranzinza estava sempre de mau humor e mesmo quando estava um pouquinho alegre nunca admitia; já o Harmonia tinha a alma de um grande músico, mas não o talento, por isso quando tocava sua corneta deixava os outros smurfs irritados; o Poeta vivia as voltas com sua caneta de pena e seu pergaminho, escrevendo prosas e sonhando tanto com suas poesias, que as vezes nem percebia os perigos que se metia;

Apaixonado é o mais romântico dos smurfs e desde a chegada de Smurfete passava o dia sonhando com ela, escrevendo seu nome nos troncos das árvores; Vaidoso usava uma flor no chapéu e volta e meia estava se olhando no espelho; Robusto era o mais forte de toda a turma, o Habilidoso vivia trabalhando e consertando as coisas; Fominha era o smurf mais esfomeado de todos e o cozinheiro da turma que fazia as sobremesas mais gostosas de toda a Vila e ficava muito zangado quando alguém roubava comida de sua casa; tinha ainda o Desastrado e o Bebê Smurf e a Sassete.

No Brasil.
No Brasil o desenho foi apresentado pela Rede Globo nos extintos Balão Mágico e Xou da Xuxa.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

D’Artagnan e os Três Mosqueteiros

Abertura na dublagem Clássica


Abertura em Inglês



Todos corajosos, sim,
Os famosos mosqueteiros
Os perigos a entrentar
E ajudar terceiros
Mil donzelas a salvar
Os três mosqueteiros
Contra o mal sempre a lutar
E ao fraco ajudar
E nas lutas sem igual
Mil vitórias nos combates
Um por todos contra o mal
E todos por um
E o amor de D’Artagnan
Era pra Juliette
Conquistou o seu amor
E seu coração


D’Artagnan, D’Artagnan
É um valente e forte
D’Artagnan, D’Artagnan
A enfrentar a morte
D’Artagnan, D’Artagnan
Sempre em defesa do mais fraco e oprimido
D’Artagnan, D’Artagnan
De todos é amigo
D’Artagnan, D’Artagnan
Aos fracos dá abrigo
D’Artagnan, D’Artagnan
A todos quer sempre ajudar


Lá lá lá lá
Lá lá lá lá
Lá lá lá lá ...



Ano de Produção 1981 a 1982 (26 episódios).Cores.
Emissora: Mainichi Tv.
Emissora no Brasil: Rede Manchete.

Numa época em que robôs gigantescos protegiam o Japão de ameaças vindas do espaço, um anime trouxe uma proposta diferenciada e divertida que logo caiu no gosto da criançada, tratava-se de Dartagnan e os Três Mosqueteiros.
O desenho, baseado no clássico do escritor Alexander Dumas, é uma co-produção os estúdios da BRB Internacional S.A. (Espanha) e realizada pela Nippon Animation (Japão). A BRB Internacional bancou os custos da produção e a Nippon ficou encarregada da animação. O contrato previa queo desenho só chegaria em 1984 à Espanha, mas acabou estreando em 1981 em ambos os países.
Na Espanha o desenho saiu com o título de Dartacan y los tres mosqueperros e na terra do Sol Nascente ele levou o nome de Wan wan san jushi (nossa bem estranho!).
Em 1984, a série estreou na França, país onde se desenrola as aventuras do anime, com os nomes: Les Trois Mousquetaires ou normalmente D'Artagnan et les Trois Mousquetaires.

Os títulos recebem está referência ao mundo canino exatamente porque os personagens de Alexander Dumas neste desenho são animais, em sua maioria cães, mas podemos encontrar gatos e até porcos! Já no mundo canino, tem raça pra todo gosto: vira-lata, buldog, pastor-alemão, pudlee e por aí vai.
A História.
A história se passa no No século XVI onde encontramos D’Artagnan com sua família no povoado de Berli ao sul da França, vivendo na miséria total. A única herança que seu pai pode lhe deixar é a arte da esgrima que D’Artagnan procura aprender logo cedo. Seu pai, recebe uma mensagem do Senhor de Trevi, querendo que Dartagnan vá a Paris para se tornar um mosqueteiro. Desejando um futuro melhor para o jovem seu pai o envia a Paris para que ele se torne um mosqueteiro Real.
O herói viaja com o pangaré branco Sandy e com a espada de seu pai que ele zela como se fosse o objeto mais valioso do mundo. Depois de sofrer muito durante a viagem, D’Artagnan mendiga pelas ruas parisienses até conhecer o ratinho vagabundo Pip, seu primeiro grande amigo na capital da França.
Aos poucos o pobre herói descobre que não poderá ser um mosqueteiro da noite para o dia e que para chegar lá precisará de muito esforço, além de combater a vilania do primeiro ministro do Rei, o Cardeal Richelieu e de sua cúmplice M’Lady, que no desenho é representada por uma gata siamesa. Mas D’Artagnan não está sozinho contra as tramóias de Richelieu, ele tem a ajuda dos três amigos mosqueteiros Pothos, Athos e Aramis que nessa luta a favor da França tem um lema: "um por todos e todos por um".


No Brasil.
Dartagnan e os Três Mosqueteiros só chegou ao Brasil em 1983, quando seu sucesso já estava consolidado em grande parte do mundo, inclusive nos Estados Unidos, onde era conhecido como Dogtanian and the Three Muskehounds.
O desenho foi exibido por aqui por quase 2 anos, no Clube da Criança e ainda na Manchete nos programas Nave da Fantasia e Sessão Animada, despedindo-se da emissora em 1986 no Lupu Limpim Claplá Topô.
Na época o sucesso do herói foi surpreendente. A Editora Riográfica trouxe os quadrinhos do herói publicados na Espanha, lançando cerca de 20 edições com direito a 1 almanaque. Uma versão em português da canção de abertura foi gravada por Luciano e Patrícia (futuros integrantes do Trem da Alegria).
Anos mais tarde foi para o SBT durante o Programa do Bozo e Domingo no Parque.



A Continuação.
Em 1990 a BCN se uniu à produtora inglesa Thames Television para criar uma sequência do desenho Dartagnan e os Três Mosqueteiros. Nasceu The Return of Dogtanian, uma continuação de qualidade questionável, inclusive pelos fãs da primeira série.


Além da diferença nos traços dos personagens, os roteiros são considerados mais infantis, ao contarem as aventuras do herói canino 10 anos após os acontecimentos da série original. Aqui, Dartagnan e Juliete já estão casados e com 2 filhos, que são praticamente miniaturas dos pais.

Fonte: InfanTv